OS AUTORES

Conheça suas obras na seção de livros ou na loja virtual.

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LUIS GUSTAVO REIS

Ensaios

Luis Gustavo Reis é Mestre em História pela Unifesp, Bacharel e Licenciado pela USP, professor e editor de livros escolares. Escreve artigos para diferentes veículos de mídia, com o objetivo esvaziar o corpo de sensações que, por vezes, o perturbam. Nascido e criado em São Paulo, tem a cidade como referência de arrebatamento e catástrofe.

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EDUARDO BONZATTO

Ensaios

Eduardo Antônio Bonzatto possui graduação, mestrado e doutorado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Atualmente é professor da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Autor de dezenas de livros e artigos, é um dissidente da verdade e desacredita de realidades únicas e inquestionáveis.

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FERNANDO FERRONE

Romance

Fernando Ferrone nasceu em Jardinópolis, São Paulo, em 1981. Sociólogo e cientista político pela Unicamp, defendeu mestrado em História Contemporânea na Université de Borgogne, em Dijon, França. Trabalhou como editor e tradutor. Atualmente, coordena clubes de leitura e escrita. Tem contos publicados em revistas digitais e, em 2017, lançou seu primeiro romance: à deriva.

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LUIS VASSALLO

infantojuvenil, ilustração

Formado em Comunicação Social pela USP, atua como designer gráfico de livros. Publicou os infantojuvenis O aprendiz do Oriente (Trioleca Casa Editorial, 2021-prelo), Guerra aos livros (Selo Off Flip, 2018; vencedor do Prêmio Off Flip 2018 – categoria Infantojuvenil) e O livro das portas (editora Patuá, 2015; obra aprovada no PNLD Literário 2018). É coautor, editor e capista das coletâneas Amores carnavais (Editora Laranja original) e Pecados carnavais (Editora Quelônio).

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ELENICE ZERNERI

Contos performáticos

Elenice Zerneri é atriz, dramaturga e entusiasta de toda forma artística. Nascida em Campinas e criada em Espírito Santo do Pinhal, cidade pequena do interior do estado de São Paulo, onde teve seu primeiro contato com teatro, passa por São João da Boa Vista e Ribeirão Preto (levando um pouco delas e deixando um pouco de si) e chega à capital em 2012. De lá até aqui, se dedica a aprender a usar a arte como ferramenta de olhar o mundo. Tem interesse por cantos, contos, microcontos, gatos, música, cheiro de milho cozido, solidão e, sobretudo, pelo que há de grandioso nas cenas cotidianas. Nas horas vagas, ainda gosta de acreditar.

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WANDER B.

Contos performáticos

Wander B. é um corpo artístico em movimento. Teatro, cinema, performance art, música, literatura: tudo se funde e se confunde ao longo de uma história de arte que começa ainda na infância, mas se assume como projeto de vida quando o artista, em dezembro de 2001, aos 19 anos de idade, avista uns panos cafonas em uma loja de departamentos, cria um parangolé improvisado e decide fazer sua primeira performance: um ato público que marca essa aventura que começa no interior de São Paulo, nas ruas, nas praças e nos coretos de Barra Bonita (cidade em que viveu sua infância e sua juventude). Segue pulsando hoje, quase duas décadas depois, em qualquer canto do Brasil onde seja possível aventar as pulsações vibrantes do desejo de liberdade — que é tamanho!

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MOACIR AMÂNCIO

Poesia

Moacir Amâncio é professor titular de língua e literatura hebraica da Universidade de São Paulo. Possui graduação em Comunicação Social pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero (1975) e doutorado em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaica pela Universidade de São Paulo (2001). Autor dos seguintes livros, entre outros: “Os bons samaritanos e outros filhos de Israel” (crônicas e artigos sobre a vida israelense), “Dois palhaços e uma alcachofra” (estudo sobre a expressão judaica contemporânea centrada no escritor israelense Yoram Kaniuk e seu romance “Adam filho de cão”, “O Talmud” (tradução de trechos e estudos), “Hineni, ato de presença” (organizador, coletânea de ensaios em homenagem à prof. Rifka Berezin), “Do objeto útil” (poemas, Prêmio Jabuti 1993), “Figuras na sala” (poemas), “O olho do canário” (poemas), “Colores siguientes” (poemas), “Kelipat Batsal” (poemas), “Contar a romã” (poemas), “Óbvio” (poemas), “Ata”, reunião de livros de poemas anteriores e inéditos, “Matula” etc. Também traduz prosa e poesia do hebraico e outros idiomas: “Sumri”, Amós Oz, “Badenheim”, Aharon Appelfeld, “Carta a Fernando Pessoa”, Ronny Someck, “Terra e Paz”, Yehuda Amichai” etc. Organizou, juntamente com a profa. Berta Waldman, número da revista Noah dedicado à literatura judaica no Brasil – a revista é editada pela Universidade Hebraica de Jerusalém. Atuou em diversas publicações: desde a revista Shalom nos anos 70 até a revista Visão, Gazeta Mercantil, O Globo (sucursal), Diário Commercio e Indústria, Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo como repórter, redator e editor. Participou da fundação de Versus, nos anos 70. Foi repórter do Estado em Jerusalém. Nesse mesmo jornal foi editor de livros. Colabora com outras publicações, impressas e virtuais. Seu livro mais recente, "Matula", é um longo poema sobre a saga dos cristãos novos, da Iberia ao Brasil, desde a conquista aos nossos dias.

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RODRIGO BRAVO

Tradução

Rodrigo Bravo é Doutorando em Tradutologia, Mestre em Linguística e Bacharel em Letras Clássicas pela USP. É autor de livros e ensaios na área de tradução e crítica literária, cocriador e editor da revista eletrônica de poesia brasileira contemporânea traduzida para o inglês Saccades/Sacadas (desde 2018), professor do curso de pós-graduação em Música Popular – Rock da Faculdade Santa Marcelina. Pesquisa atualmente a recriação do pensamento mítico da Grécia Arcaica na época moderna, por meio da tradução dos Hinos Homéricos para a língua portuguesa. Traduziu a obra completa do poeta grego Rufino, publicada na antologia Um Livro para Rufino (2018) e as obras The Waste Land, de T.S. Elliot, e Hamlet de William Shakespeare para a língua portuguesa. Autor dos livros de poesia Poligonia do Haikai (2017), Teso (2018) e Mavórcio Libreto (2018). Dramaturgo e diretor de teatro, é membro fundador da Cia. de Teatro Vento Áureo. Coordenador e membro do conselho editorial do selo de tradução literária Pythia,  na Mocho Edições.

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SEAN NEGUS

Poesia

Sean Negus é poeta, tradutor, artista visual, acadêmico e professor universitário na Bay Area de São Francisco, California. Possui Mestrado em Escrita Criativa e Língua Inglesa e bacharelado em Estudos Culturais Americanos. Seus interesses acadêmicos e criativos enfatizam a interdisciplinaridade entre Humanidades e Ciências Sociais. Traduz poesia do português e edita uma publicação mensal, Saccades, dedicada à poesia brasileira e americana. Em 2018, coeditou uma edição da revista DUSIE sobre tema similar contemplando mais de 50 poetas brasileiros contemporâneos e artistas visuais em que contribuiu com traduções literárias. “Hurricane Music”, sua primeira coleção de poemas, foi publicada no Brasil em agosto de 2019, pela editora Córrego e sai agora no formato digital pela Mocho Edições.

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IKARO MAXX

Poesia

Arqueólogo dos mistérios, traficante de paixões instantâneas, poeta-xamã, zombador de totens, patriarcas & tiranos, IkaRo MaxX naufraga na poesia. Experimentador transversal & acrobático de linguagens, anseia difundir & inocular pelos poros da realidade o vírus da transgressão & refundar subjetividades poéticas radicalizadas na vontade de pulverizar as formas de controle & repressão & expandir o élan vital do êxtase & da insubmissão absoluta. (Foto de Axell Furtado).

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RAVENNA VEIGA

Contos performáticos

Performer e escritora, Ravenna Veiga investiga poéticas do feminino nas mitologias. Cursou Artes do Corpo na PUC-SP. Teve o projeto O Silêncio de Cassandra contemplado em primeiro lugar pelo PROAC, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.
Em 2020, foi selecionada pelo edital Arte Como Respiro: Múltiplos Editais de Emergência, do Itaú Cultural. Tem contos publicados nas revistas Ruído Manifesto (2019), Pixé (2020) e na newsletter Faísca (2020). É artista residente do Centro de Referência da Dança de São Paulo.

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LAYLA LOLI

Poesia

Layla Loli (1998) é poeta e dramaturga, multiartista cênica e visual. Esconde-se em São Paulo, cidade onde também se empresta às artes do corpo, à luta antifascista e ao axé. Estudou História da Arte na UNIFESP, Cenografia, Figurino e Dramaturgia na Escola de Teatro São Paulo. Hoje dedica-se à territorialização clandestina da arte latina, feminista e independente, num eterno processo experimental de desobediência urbana, palavras de desordem e transvio do feminino erótico e político.

Autora da obra

A história do gozo e outros canibalismos lançada em 2019. 

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SABINE MENDES MOURA

Romance

Sabine escreve e, com isso, vai fazendo teatro, cinema e literatura. Desde que começou a namorar a ficção científica, já participou de duas coletâneas – Solarium (Multifoco, 2009) e Casa Fantástica (Presságio, 2019). Foi selecionada para a Coleção Contos de Bolso (Lendari BR) e publicou o romance Incompletos (Presságio, 2017). Também escreve para jovens adultos – Não tô podendo (Amazon, 2019) – e curte prosa poética – Gorda (Amazon, 2018) e O Piano (Novas Contistas da Literatura Brasileira, Editora Zouk, 2018). Daí, surge sua dramaturgia, encenada pelo pessoal do Laboratório de Artes Cênicas da PUC-Rio ou feita cinema pela Novas Produções. Atualmente, dirige a Editora Nua, no Rio de Janeiro. Pervertidos é seu primeiro romance experimental.

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FERNANDA GAMA

Teatro jovem

Fernanda Gama (1983) é formada em Artes Cênicas pela ECA/USP. Tem uma família cheia de mulheres maravilhosas, gosta de livros desde que se entende por gente, teve uma adolescência para lá de chata e faz teatro para crianças e jovens com a Cia do Fubá desde 2011. São de sua autoria as peças A Menina Lia, Poetinha Camará (em coautoria com Bruno Gavranic) e Space Invaders.
Foto de Vitor Vieira.

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CRISTINA PESCUMA

Conto

Cristina Pescuma se formou em história em 1987. A partir desse ano, tornou-se outsider e, desde então, tem realizado pesquisas e estudos em história da arte. Como resultado dessas pesquisas, produziu diversos textos para exposições e textos sobre trabalhos de artistas e sobre temas ligados à arte e à literatura para exposições, usando conceitos do pensamento da diferença. Durante alguns anos, coordenou grupos de estudo e deu oficinas e palestras relacionadas ao universo da arte. Dessas atividades resultou a publicação de dois livros teóricos e outros escritos. Minha vida em branco é seu primeiro livro de contos.